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Nasci e cresci nesta grande e famigerada metrópole chamada São Paulo. Mais precisamente na tão famigerada Zona Leste. Comecei a trabalhar aos 14 anos, mas só aos 16 passei a depender do transporte público para chegar ao trabalho e à escola que eu estudava na época.

O metrô de São Paulo, principalmente para quem mora na Zona Leste, tem algumas particularidades que só quem o utiliza diariamente sabe. Nesta época, aos 16, eu perdia um tempo absurdo para sair de casa e chegar ao trabalho por não conhecer estes pequenos macetes. Era empurrado, esmagado, tomava pescotapas e cheirava suvacos. E olha que nessa época ainda nem existiam os famosos celulares e seus donos funkeiros/pagodeiros/paquitões.

Como os atrasos estavam se tornando mais constantes, tanto para chegar ao trabalho como para voltar e ir para a escola, tinha que encontrar um jeito de, pelo menos, perder menos tempo – uma vez que “ganhar tempo” e “transporte público” são expressões que não existem na mesma frase.

Com tanto tempo de experiência, resolvi escrever este prático Guia, que traz dicas para você se foder menos quando for usar o metrô em São Paulo. Clique aí e continue lendo.

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O que se vê por aí, é que muita gente se queixa sobre relacionamento. Dor de cotovelo, chifre, saudade ou ódio. E quem nunca passou por uma desilusão amorosa, não é mesmo?
Como já escrevi anteriormente, o amor está muito banalizado e muitas pessoas não respeitam o seu par. Eu, que já levei muita porrada nesse assunto, resolvi escrever cinco tópicos para você ter um relacionamento um pouco mais saudável (menos lunático) – seja ele namoro, casamento, amizade colorida ou qualquer outra coisa relacionada ao sexo oposto. Não que eu seja o dono da verdade, mas a vida me ensinou a dar prioridade aos tópicos abaixo para “deixar o rock rolar” em um relacionamento. Continuar Lendo »

Eu admiro de coração os casais que passam a vida juntos. Sou um cara que realmente acredita no amor e faz de tudo para que ele sobreviva, acima de tudo. Porém, o que vemos por aí não é bem assim. Hoje em dia é quase impossível ver ou viver um relacionamento que dure para sempre. E esse fim pode chegar com dois meses ou duas décadas. A sociedade não olha mais com maus olhos para uma mulher divorciada e também não é mais vergonha para um homem ter fracassado em uma relação amorosa. Seguindo essa lógica, obviamente as pessoas tem mais coragem de se separarem e é aí que eu quero chegar. E quando as pessoas insistem em levar a diante um relacionamento que já chegou ao fim? Continuar Lendo »

“Thaís Oliveira teria hoje 15 anos. Era diarista. Ela namorou Fábio desde os 13. E é claro, descobriram a vida sexual juntos. Ela, por ser filha de pais evangélicos, não tinha a mínima abertura para falar sobre sexo. Tudo que aprendeu foi com seu namorado, com as amigas e, quando conseguia vencer a barreira da timidez, perguntava algo para a professora. O casal realmente se amava, eram do tipo que com certeza teriam uma relação duradoura. Por falta de informação, Fábio não sabia colocar a camisinha direito. Até que um dia, aconteceu. O preservativo estourou e, por culpa do tesão, só foram perceber o ocorrido no final da relação sexual. Em uma tarde de dezembro, em pleno período de férias escolares, Thaís ficou grávida. Continuar Lendo »

Meu texto de hoje faz uma releitura do post “Matias e o vagão do inferno”. Trata-se de um apanhado de informações e divagações que faço quando utilizo o transporte público de São Paulo, especialmente o metrô.

No texto do Matias, conto alguns detalhes irritantes que, não só eu, mas muita gente nota dentro de um metrô ou ônibus. Entre eles, e talvez o mais chato, seja aquele grupo de fulanos galeirosos que insistem em ouvir suas músicas no celular sem usar um fone de ouvido.

Hoje, contudo, gostaria de propor uma discussão sobre o quê se passa na cabeça das pessoas enquanto elas estão no metrô. A ideia surgiu na noite de ontem. Quando voltava pra casa, consegui um lugar para me sentar no metrô e abri meu livro. Uma estação depois, entra uma mulher meio espalhafatosa e se acomoda ao meu lado.

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“O ser humano é descartável no Brasil”. É com essa frase do polêmico Mano Brown que abro o texto. E é essa mesma frase que tem me feito pensar. É meio que triste esse lance, mas se for analisar, é realmente uma verdade. O ser humano se tornou descartável no amor, no trabalho e até na amizade.

Em se tratando de amor e amizade, eu já escrevi sobre (na minha última crônica), mas vale a pena falar mais um pouco. Tanto em uma relação, como outra, uma das pessoas envolvidas espera demais do lance todo. Não tô falando que é errado esperar bons sentimentos de uma relação. O que eu digo, é que cria-se uma expectativa para que o parceiro seja exatamente como a pessoa sonhou. E aos primeiro “vacilos”, em vez dos namorados ou amigos sentarem e conversarem, para esclarecerem e acharem um meio termo aceitável para ambos, eles simplesmente se afastam. É como se uma pessoa comprasse um livro e lá pelo terceiro capítulo, não gostasse e simplesmente o jogasse fora. Ou sei lá, desse para outra pessoa. Continuar Lendo »

Paulo Ricardo lançará em breve um projeto com Toquinho, onde interpretam canções de Vinicius de Moraes

Paulo Ricardo é um dos poucos artistas brasileiros que atacam bem em diversas mídias. Além de ser o eterno frontman do RPM, ele também é jornalista formado, empresário, modelo, ator e, no auge de seus 47 anos, carrega também o título de galã. A prova de que se trata de um multimídia bem sucedido vem em números: o RPM vendeu até hoje mais de cinco milhões de discos. Em 1997, quando já seguia em sua carreira-solo, Paulo conseguiu ser o mais tocado em todas as rádios paulistanas com a música “Dois”, que saiu no disco “O Amor me Escolheu”. Como ator, participou da novela “Esperança”, da Rede Globo, e como jornalista, escreve eventuais crônicas e artigos para a Folha de S. Paulo. Além de tudo isso, encontra tempo para agenciar sua própria carreira.

Atualmente, o bonitão está finalizando um projeto que mesmo sem ser lançado, já foi julgado pela mídia especializada como polêmico. Explico: ele convidou Toquinho para recriar arranjos das canções de Vinícius de Moraes. O trabalho deverá chegar às lojas no começo de setembro pelo selo Circuito Musical. E ele vai mais afundo na polêmica: “Pretendemos também lançar um outro CD, com remix eletrônico das versões que fizemos para as canções”. Em entrevista exclusiva a este que  vos escreve, Paulo Ricardo fala mais sobre esse novo projeto, relembra fatos marcantes de sua trajetória e também opina, de forma bastante sincera, sobre os encontros de gêneros diferentes da música brasileira, a errada mitificação sobre a influência da droga no trabalho de um artista e ainda uma possível volta do RPM. (Entrevista originalmente publicada no SUCESSO e-mailing)

Entrevista e fotos por: Gustavo Godinho (Editora Espetáculo)

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