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Archive for the ‘Papo de Buteco’ Category

Ary Toledo

Ary Toledo faz stand up comedy há 40 anos e diz que o chamado humor do bem não está com nada

Depois de Chico Anysio, outro nome que associamos ao humor nacional é o de Ary Toledo. Natural de Martinópolis (SP), Ary veio para a cidade de São Paulo em 1959 e conseguiu um emprego como faxineiro no Teatro Arena. Entre uma varrida e outra, aproveitava para mostrar seu talento humorístico, contando piadas para artistas e funcionários do local. Foi assim que conquistou o coração de uma importante cantora: Elis Regina.

A Pimentinha gostou tanto do humor e do talento musical de Ary (ele é um ótimo violonista) que o levou para gravar um LP, trabalho que vendeu mais de um milhão de cópias. Ary Toledo conversou com este jornalista que vos escreve e contou diversos “causos”, como ele mesmo denomina, sobre sua vida. ((Entrevista originalmente publicada no SUCESSO e-mailing)

Texto e fotos por: Gustavo Godinho (Editora Espetáculo)

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De uns tempos pra cá eu muito me pergunto se existe realmente esse lance de amor. Baseado em experiências próprias de amigos, eu lá tenho as minhas dúvidas. E o amor que eu digo, não é só entre homens e mulheres. É elevado a amizade também.

O que é o amor? Na minha visão, é você estar junto de uma pessoa, gostar dela de verdade, entendê-la, respeitá-la e, acima de tudo, se há amor, há obrigatoriamente a compreensão. E saber perdoar. Amar uma pessoa é viver com ela suas alegrias, suas tristezas, enfrentar com ela os seus demônios interiores e tentar afastá-los.

E o que eu tenho notado, isso está cada vez mais raro. Quer dizer, as relações estão muito superficiais. Tanto amorosas como as de amizade. Há muita cobrança e imposição. O que eu quero dizer, é que quando se começa uma relação, é normal que as pessoas tenham os hábitos diferentes. (mais…)

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Exemplo de um churrasco que tem tudo para dar errado

Churrasco. Um dos eventos sociais que eu mais aprecio hoje em dia. Quer me tirar de casa? Me chame para um churrasco.

Gosto de churrascos não só pelos comes e bebes. Isso é o de menos. Gosto daqueles dias que o churrasco começa umas três da tarde e vara a noite. Um bom churrasco, o evento, não precisa ter muita gente. Aliás, churrascos abarrotados sempre viram um pandemônio. As pessoas começam a falar demais, a se jogar coisas na cara e ofender os outros.

Como ‘fazer churrasco’ virou algo muito popular, muita gente imagina que o evento se trate justamente disso: juntar uma imensa galera e colocar tudo o que tem na geladeira ou na dispensa de casa pra assar.

E aí vira tudo uma zona. Isto porque, para atender os milhares de convidados, o anfitrião compra quantidades absurdas de carne de qualidade duvidosa. O mesmo acontece com a linguiça. E no fim das contas, você vai ter comido muito arroz com farofa e até sola de bota e rabo de cachorro. Tudo pra não faltar comida.

Para evitar este tipo de constragimento, resolvi criar o Guia Daniel Magri de Churrasco.

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Eu não sei vocês, mas de tempos em tempos eu tenho esse lance de ficar mais introspectivo. Não é depressão ou nada semelhante. É só que entro numas de querer observar mais do que falar. Claro que também não pago de louco e me isolo por completo, como o protagonista do “Na Natureza Selvagem” – se bem que não seria má ideia.

Nesses meus períodos, costumo ser o cara sozinho no canto do balcão, tomando uma cerveja e ouvindo um blues no iPod. E a galera em volta olha com dó da cena. Devem pensar e imaginar mil coisas, do tipo: “esse cara é um alcoólatra”, “tem jeito de psicopata”, “um possível suicida em potencial” ou sei lá, talvez me olhem com dó, por eu “não ter ninguém” pra dividir os tragos.

Pura bobagem. Se vocês querem mesmo saber, nesses momentos em que ando sozinho, me sinto um cara muito feliz. É bom refletir sobre o que eu tenho feito, as decisões que tenho tomado e o porque que determinada coisa aconteceu.

São nesses momentos em que eu observo com atenção as pessoas. Olho discretamente todas as mesas e as pessoas que estão nelas. Para cada tipão sentado, “invento” uma história, que pode ou não ser a verdade absoluta da pessoa em questão. (mais…)

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Ela estava realmente apaixonada. Recorda com carinho daquela época em que viveu o seu grande amor. Conheceu o carinha por acaso, em um bar paulistano. Ele estava bêbado e ela estava com sono. Se esbarraram e ele pediu desculpas. Ela se irritou. Estava realmente com sono e queria ir embora. Ela tinha achado a banda chata e iria trabalhar no dia seguinte. Só tinha ido ao bar por insistência de uma amiga, que estava tendo um caso com o guitarrista.

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Ela sabia que cedo ou tarde isso aconteceria. Ele subindo as escadas do Metrô e ela descendo. Os olhares se cruzaram de uma forma que não deu pra disfarçar. Ela sentiu na hora a pele corando, o coração acelerando e aquela sensação vazia no estômago. Eles tinham terminado um longo relacionamento de mais ou menos 5 anos e depois de quase um semestre, se reencontraram pela primeira vez. Ambos estavam acompanhados de seus novos pares românticos. (mais…)

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As Time Goes By

E naquela tarde de sábado ela decidiu. Chegou nele e disse que iria embora. Ele, que sentiu aquela sensação estranha no estômago, teve vontade de falar um monte de coisa, mas caminhou até a geladeira, abriu uma cerveja e perguntou um estúpido por que?

E ela disse que ele estava tendo problemas com a bebida. Ele sabia disso, mas sabia também que o problema dele com a bebida estava ligado diretamente a falta de amor que ela oferecia. E ele deixou ela ir, sabia que tinha o dever de implorar, gritar, pedir pelo amor de Deus pra ela ficar, mas sentia que seria inútil. Sentia no tom de voz dela, quando ela falou que iria pra casa da mãe e que na segunda, quando ele estivesse no trabalho, passaria na casa deles (que agora será só dele) para pegar as coisas dela. (mais…)

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