Mallu Magalhães surgiu no fim de 2007 como fenômeno da internet. Na época, sua página no MySpace havia atingido milhões de acessos em poucos meses de existência. Logo, a grande mídia descobriu uma garota de 15 anos que tocava violão, cantava em inglês, compunha as próprias músicas e mantinha uma postura e um visual excêntrico e totalmente diferente das jovens estrelas da música nacional. Pronto. Nascia o hype perfeito para os críticos encherem de elogios.
Mas a garota teve que passar pela mais difícil provação: a de conquistar um público fiel. Porém, isso não foi tarefa complicada. Com o lançamento do primeiro disco, em 2008, e o êxito das músicas Tchubaruba e J1, a cantora superou com êxito essa etapa. No fim de 2009, ela lançou pela Sony “o tão temido” segundo disco. Sim, pois é nesse ponto da carreira que o artista prova se consegue se consolidar.
No novo álbum, a cantora paulistana se mostra com um leque de influências mais variado. Enquanto no primeiro disco apenas duas faixas eram cantadas em português, nesse trabalho são seis, contra sete em inglês. Enquanto as músicas antigas eram baseadas em folk e country, dessa vez a cantora destila rock psicodélico e MPB em suas composições. Como não podia deixar de ser, o namorado Marcelo Camelo contribui em quatro faixas do trabalho. A influência do músico aparece também na maneira de cantar de Mallu Magalhães, que está mais contida. Abaixo, a cantora explica essa nova fase e o que planeja para o futuro profissional e pessoal. (Publicado originalmente na revista SUCESSO!, por Helder Maldonado)
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Da nova safra de boas cantoras populares, Ana Canãs é a que mais se distancia do ambiente da MPB e envereda por caminhos que remetem ao rock, reggae, jazz e folk. E isso é até natural, levando-se em conta que a artista deu início à sua carreira como crooner de jazz em bares como o Baretto, de São Paulo. Em seu novo disco,
Hein? (Sony Music), a cantora demonstra que, assim como no CD de estreia, mantem a faceta jazzistica e aposta ainda mais no rock. Esse direcionamento é devido principalmente pela produção de Liminha, que já trabalhou, entre outros, com Mutantes e Titãs. “Antes de gravar
Hein?, ouvi a discografia dos Mutantes e comecei a perceber a qualidade do material. Foi quando o Bruno Batista, diretor artístico do projeto, me informou que poderíamos ter o disco produzido pelo Liminha, ex-integrante da banda. Fiquei impressionado por essa possibilidade. E a presença dele no estúdio foi ótima, pois serviu como parceiro em várias composições também”, explica Ana Cañas.
Além do ex-mutante, o disco contou com outros dois grandes expoentes do rock brasileiro para dar peso às composições de Ana: o ex-Titãs Arnaldo Antunes e Dadi, que já participou das bandas Barão Vermelho, Novos Baianos, Cor do Som e Tribalistas. “Apesar de todos esses referenciais roqueiros, sou adepta da ‘promiscuidade musical’. Não tenho a cabeça fechada para nenhum estilo e sou influenciada por Nelson Cavaquinho e artistas de MPB. Tanto que regravei Chuck Berry Fields Forever, do Gilberto Gil, com o próprio autor tocando violão”, adverte. Na entrevista a seguir, a cantora revela outros detalhes do momento atual de sua carreira. (Por Helder Maldonado, publicado originalmente no SUCESSO e-mailing)
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22/01/2010 por Daniel Magri

Metro quadrado de um vagão do Trem em SP. "Gente, tem espaço ali", observo
Para quem vive em uma grande metrópole, como eu, é comum ver as ruas lotadas de pessoas. Gente se esbarrando, com pressa e de cara feia. O mesmo acontece quando tomamos o metrô ou qualquer outro tipo de transporte público. No entanto, o que motivou a produção deste post não foram os vagões entupidos e/ou as ruas congestionadas, temas já tratados aqui neste blog. O que realmente me intriga são as ocasiões em que me deparo com um vagão relativamente vazio ou com uma rua não tão cheia de carros. Explico:
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22/01/2010 por Daniel Magri

Cliente Paquitão: "150 reais no sapato? Dou 10 conto!"
Provavelmente você já ouviu ou usou a afirmação destacada no título deste post em algum momento de sua vida. Se não o fez, alguém da sua família já o fez. E vou mais longe ao garantir: tenho certeza que já. Toda família tem aquele parente espertão, seja um tio, um cunhado de nãoseiquem… Enfim, estamos no Brasil. Este é o país onde todo mundo quer levar vantagem em cima de todo mundo. O país do ‘jeitinho’.
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Scarlett Johansson: cheinha, repleta de curvas e perfeita para os padrões masculinos
A cada ano, o mundo da moda cria coleções de roupas diferenciadas e estabelece novos padrões de beleza às jovens modelos. E a magreza excessiva impera nas passarelas. É algo medonho. Mulheres com rostos lindos sustentam corpos cada vez mais esquálidos, feios e com ossos aparentes. Algumas modelos parecem (e devem) estar doentes. E como não poderia deixar de ser, o mundo da moda influencia o mundo real.
É comum notar mulheres pelas ruas de São Paulo que tentam copiar esse ideal de beleza que definitivamente não atrai os homens. Muitas preocupam-se em se manter magras, mas não de uma forma saudável. Evitam refeições importantes, forçam o vômito e colocam a própria saúde em risco, desenvolvendo posteriormente bulimia ou anorexia.
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Para algumas pessoas, a morte de um cachorro não representa uma grande perda. Pra mim, sim. Hoje, meu cachorro Buster morreu. Ele tinha 15 anos e 7 meses. Era velhinho, eu sei. Mas viveu seus últimos dias sofrendo bastante por conta de uma anemia causada por erliquia (doença transmitida por carrapatos).
Quando ele chegou aqui em casa, em junho de 1994, faltava dois meses para eu completar nove anos. Vira lata preto e peludo como tantos, esse cachorro presenciou várias fases da minha vida. No começo, ele vivia junto de um boxer chamado Rocky. Mas como a casa não comporta dois cachorros, tivemos que dar o maior. Ficamos com o Buster. Continuar Lendo »
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Quem mora em São Paulo, já notou a presença maciça e por vezes inconveniente das mais variadas tribos de rock. Parece até uma competição para ver qual grupo se veste de maneira mais ridícula e se porta de forma mais excêntrica. Digo isso com conhecimento de causa. Adoro esse gênero musical, frequento shows, mas não suporto os roqueirinhos cheio de pose que hoje habitam todas as regiões da cidade.
Por isso, resolvi catalogar esses figurões. Comentarei desde a indumentária, passando pelo cabelo e pontuando até mesmo as atitudes e ideologias. Espero não ofender ninguém e ainda fazer rir quem compartilha da mesma opinião. Entendam: esse é um blog de humor.
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19/11/2009 por Gustavo Godinho
Nesta quinta-feira endiabradamente ensolarada, quero registrar um brinde aos amigos. Aos poucos e fiéis que tenho. Que já me acompanharam de longas ou de poucas datas, porém, nunca me abandonaram. Continuar Lendo »
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11/11/2009 por Gustavo Godinho

Caralho! Os filhos da puta que me perdoem. Mas os palavrões nesse texto serão necessários. Vou relatar para os leitores desse blog o cotidiano de um jornalista. Falarei dos jornalistas de verdade. Alguns por formação e outros por opção. Na faculdade, estudei com alguns tipões. Ricardo Fanho, Jamanta Desgraça, Érika Loucura e Fábio Cheio de Dente. Todos CDF´s, mas nenhum com alma de jornalista. Tipões que ficaram guardados e são lembrados sempre no ápice da bebedeira dos eternos jornalistas. Tipões dos quais damos risadas eterna por serem reis nas aulas e no bar, simples ojetos de decoração. Continuar Lendo »
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Edifício Martinelli, no centro de São Paulo: arquitetura top de linha e atemporal
Tá tudo muito chapa branca. Do café da manhã ao travesseiro. Há muito pouca novidade que emociona. E quando há, logo vira banal e chata. Basta citar o caso dos travesseiros de visco-elástico, criados pela Nasa. Logo após o lançamento, já ganharam a cara cínica do astronauta Marcos Pontes na embalagem e viraram produto de consumo barato e com pouca qualidade. Perdeu a essência. E começou a dar torcicolo.
Mas isso é só a chapeleta de uma jeba que mede milhares de quilômetros. Vejamos. A arquitetura brasileira já foi digna de nota. Em qualquer rua do centro velho de São Paulo, há prédios do século passado que misturam o melhor que produziu o movimento gótico (catedral da Sé, por exemplo) com outras expressões artísticas. Aí, um alemão espirituoso chamado Walter Gropius, criou a Bauhaus e desenvolveu edifícios funcionais, que nada mais são que caixas de concreto armado, vidro e muita gente entediada do lado de dentro. E tudo ficou mais sem graça. Não que a partir disso o modernismo só tanha criado merda, apesar de quase tudo ser. Continuar Lendo »
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