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Edifício Martinelli, no centro de São Paulo

Edifício Martinelli, no centro de São Paulo: arquitetura top de linha e atemporal

Tá tudo muito chapa branca. Do café da manhã ao travesseiro. Há muito pouca novidade que emociona. E quando há, logo vira banal e chata. Basta citar o caso dos travesseiros  de visco-elástico, criados pela Nasa. Logo após o lançamento, já ganharam a cara cínica do astronauta Marcos Pontes na embalagem e viraram produto de consumo barato e com pouca qualidade. Perdeu a essência. E começou a dar torcicolo.

Mas isso é só a chapeleta de uma jeba que mede milhares de quilômetros. Vejamos. A arquitetura brasileira já foi digna de nota. Em qualquer rua do centro velho de São Paulo, há prédios do século passado que misturam o melhor que produziu o movimento gótico (catedral da Sé, por exemplo) com outras expressões artísticas. Aí, um alemão espirituoso chamado Walter Gropius, criou a Bauhaus e desenvolveu edifícios funcionais, que nada mais são que caixas de concreto armado, vidro e muita gente entediada do lado de dentro. E tudo ficou mais sem graça. Não que a partir disso o modernismo só tanha criado merda, apesar de quase tudo ser. Continuar Lendo »

E que a temporada 2010 chegue logo

E que a temporada 2010 chegue logo

Em 2009, o Campeonato Mundial de Fórmula 1 foi surpreendente e emocionante. No início do ano, a surpresa ficou por conta da prevalência dos Pilotos Jenson Button e Rubens Barrichello – ambos da recém-criada Brawn –  nas primeiras posições do grid. No meio da temporada, o destaque foi a evolução da Red Bull Racing, que botou pimenta na F1 e chegou a ter seus dois pilotos como postulantes ao título. Continuar Lendo »

Rubens Barrichello: Me deixem. Ok?Bjs!

Rubens Barrichello: "Me deixem. Ok?Bjs!"

Neste fim de semana, aconteceu o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1. O piloto brasileiro Rubens Barrichello chega para a prova ainda na briga pelo título com seu companheiro de equipe, o inglês Jenson Button. Depois de quase estar aposentado, ver o nosso “Rubinho” chegar com condições de ser campeão e vir de algumas vitórias neste ano, é realmente algo legal. E ele parece que fez questão de deixar a torcida ouriçada após fazer a pole position no treino do último sábado que, diga-se de passagem, foi o mais longo da história. Isto porque choveu demais e aconteceram muitas batidas com a pista molhada.

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Mendigo adquirindo cultura com Mariah Carey

Mendigo adquirindo cultura com Mariah Carey

O Projeto de Lei que implementa o Vale-Cultura para os trabalhadores em nível federal é totalmente discutível. Para quem ainda não o conhece, trata-se de um cartão com no máximo R$ 50 mensais em créditos que poderão ser gastos na compra de CDs e DVDs, livros e ingressos para teatro, shows, museus, cinemas, entre outros.
Uma conta rápida demonstra que o valor do suplemento, como não podia deixar de ser, é ridículo e aquém do necessário. Em São Paulo, onde um ingresso de cinema custa em média R$ 25, o vale serviria para assistir a dois filmes em um mês. Isso se o trabalhador ganhar o teto (casos raros). Em uma família de quatro pessoas, com dois filhos menores de idade e que não ganham o vale, piora ainda mais o cenário.
Se a escolha for por um CD ou DVD, a história continua desanimadora. Com as bolachinhas custando cerca de R$ 30, daria para comprar um CD e, com o que sobrasse, ir ao cinema, completando a entrada com R$ 5 do próprio bolso.
Não seria mais simples cortar impostos dos CDs e DVDs, como prevê a PEC da Música? Não seria mais simples pressionar os donos das salas de cinema a cobrar mais barato pelos ingressos? O pior é que algumas pessoas ainda defendem o empresário desse ramo com a desculpa de que ele precisa repor o que perde com as carteirinhas de meia entrada de estudantes. Mas não acho isso motivo para taxar absurdamente os cinemas e os shows musicais, principalmente. Afinal, quem viaja para o exterior com frequência, sabe que cinemas, shows e museus são propocionalmente mais baratos lá fora e os estudantes também pagam meia. E nenhuma rede de cinema ou empresário do show business virou mendigo por causa disso.
Antevendo o que acontecerá nos próximos meses, garanto que a insatisfação com essa esmola vai levar muita gente a trocar o vale por cachaça ou comida. Vão existir mecanismos para isso, tenho certeza. Quando eu ainda cursava a faculdade de Jornalismo e estagiava em uma empresa pública da cidade de São Paulo, recebia vale-refeição da Sodex Ho. Lembro que alguns estagiários mais necessitados trocavam o benefício por dinheiro, com desconto de exagerados 12%. E os locais que faziam isso não eram escondidos, não. Eram escritórios comerciais na rua São Bento, em pleno centro nervoso de São Paulo.
Afinal, acho que quem trocar o vale poderá fazer bom negócio. Afinal, uma análise rápida nos filmes em exibição nos principais cinemas da capital mostra que os trabalhadores não absorveriam nada de cultura. No máximo, teriam momentos de lazer. Ou Lua Nova, continuação do filme Crepúsculo, pode ser considerado um filme cultural? E quanto aos CDs? Não vou nem citar os prováveis artistas que se beneficiarão com esse artifício para não me comprometer. Pode ser chamado de vale-lazer, vale-cachaça ou vale-marmita. Mas de vale-cultura, não.
O Projeto de Lei que implementa o Vale-Cultura para os trabalhadores em nível federal é totalmente discutível. Para quem ainda não o conhece, trata-se de um cartão com no máximo R$ 50 mensais em créditos que poderão ser gastos na compra de CDs e DVDs, livros e ingressos para teatro, shows, museus, cinemas, entre outros.
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Uma conta rápida demonstra que o valor do suplemento, como não podia deixar de ser, é ridículo e aquém do necessário. Em São Paulo, onde um ingresso de cinema custa em média R$ 25, o vale serviria para assistir a dois filmes em um mês. Isso se o trabalhador ganhar o teto (casos raros). Em uma família de quatro pessoas, com dois filhos menores de idade e que não ganham o vale, piora ainda mais o cenário. Continuar Lendo »
Belchior, também conhecido como Afonso, pai do Helder.

Belchior, também conhecido como Afonso, pai do Helder.

O assunto do momento é o ‘sumiço’ do cantor Belchior. A história vocês já devem saber, pois foi publicada e divulgada até no papel higiênico da Rodoviária do Tietê. O cara sumiu sem deixar vestígios em pleno século 21. E não estamos falando de qualquer “Zé”. Trata-se de uma pessoa famosa que fez como o Ney Latorraca interpretado por nosso amigo Rafael Zapater: ele acordou um dia e disse “ah, chega, não quero mais. Vou embora”. E foi.

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Bonjovi

Porque o destino das grandes bandas norte-americanas é basicamente o mesmo: ficar mais e mais careta a cada disco que lança? Se a banda for de hard rock, então, piorou. É incrível como, por exemplo, o Bon Jovi tem lançado músicas chatas e fofinhas (não no sentido Weezer) desde o CD “Keep The Faith” (1992).
A impressão que tenho é a de que Jon e seu parceiro Ritchie Sambora pensaram o seguinte: “escuta, e se em vez de fazermos músicas para quem gosta de rock, passarmos a compor canções pop água com açúcar e com letras de autoajuda? Assim, o diretor da Chrysler poderá ouvir na casa dele com a família, sem ser ofendido pela distorção da guitarra ou por uma letra que fale de sexo. Garanto que conseguiremos manter os nossos fãs da década de 1980, que, afinal, estão envelhecendo e encaretando. Como bons norte-americanos brancos e cheio de complexos, acho que eles vão adorar esse novo rumo na nossa carreira”. “Sensacional, Jon. Vamos alisar nossos cabelos e comprar roupas de grifes”. “Você é demais, Ritchie. Avise o Tico, o Hugh e o David que eles passarão a ganhar um vale roupa de mauricinho a partir do próximo disco”. Claro que fiz uma previsão frívola do que deve ter acontecido com o Bon Jovi. Mas acho que é bem por aí.
E o Guns? Na década de 1980, Axl Rose era tão atrevido, com seu visual selvagem e agressivo. No auge do Guns – que durou entre 1987 e 1993 – , ele e seus parceiros Duff, Slash, Matt (Steven), Dizzy, Izzy (Gilby) misturavam o melhor do punk, hard rock, blues e rock progressivo. Tudo feito em doses perfeitas, que resultaram em pérolas do porte de “Coma”, “Dead Horse”, “The Garden”, “November Rain”, “Estranged” e “You Ain’t The First”. Mas algo ali já não cheirava bem. Principalmente quando a banda aparecia com cafonices sem vergonhas como “Don’t Cry”, “Patience” e “Used to Love Her”.
E o que aconteceu antes da banda completar uma década? Axl, em um ataque de megalomania, demitiu todos os integrantes e se enfurnou no estúdio para gravar o disco mais caro e demorado da história: “Chinese Democracy”. Foram 15 anos de espera e o que ele ofereceu aos fãs? Um apanhado de músicas datadas, que mais parecem sobras de estúdio de um disco do Tool. Pelo menos, Axl ousou e não quis fazer como o Bon Jovi, que enveredou pela linha segura em que se encontra o Goo Goo Dolls.
O Aerosmith é outro caso típico de banda norte-americana que começou fazendo rock para quem entende e gosta do riscado e, aos poucos, foi amaciando seu som até ser aceitável no toca-CDs dos playboys que vão para baladas da Vila Olímpia. Isso começou mais ou menos com o lançamento do “Get a Grip”, em 1993. Tá certo que o CD trazia boas canções, mas era o início da produção das baladas épicas (“Cryin’” e “Crazy”) e feitas para agradar menininhas acéfalas.
O Van Halen, apesar de ter ser formado pelos irmãos holandeses Eddie e Alex, trilhou a mesma trajetória de outras bandas norte-americanas. Começou agressivo e pesado com o louco David Lee Roth nos vocais e foi ficando cada vez mais “família” com a entrada de Sammy Hagar. O próprio Roth ilustra bem essa decaída da banda: “Quando eu fazia parte do Van Halen, os fãs tinhas vontade de beber, brigar e fazer sexo. Com a entrada do Sammy, o som do Van Halen passou a dar vontade de tomar café, ter uma família e usar terno e gravata”.
O engraçado é que as bandas inglesas de hard rock/heavy metal não encaretaram como seus pares norte-americanos. Acredito que muito disso se deve à cultura de cada país. Nos EUA, é comum envelhecer e se transformar num legítimo WASP que adora cantores populares sem graça e Dave Matthews Band. Na Inglaterra, não. A terra da rainha é repleta de pubs e casas de shows que recebem adultos ávidos por cerveja no fim do dia. Há espaço para bons shows e público interessado em vê-los.
E se essa análise cultural é superficial, pelo menos no que se refere às bandas não o é. O Deep Purple, por mais discos medianos que tenha lançado, jamais se afastou do estilo que o consagrou. As guitarras pesadas, os teclados virtuosos e os vocais agudos continuam lá, como na década de 1970. O Led Zeppelin acabou, mas seus ex-integrantes colaboram positivamente para a música mundial. Robert Plant lançou bons trabalhos, em particular “Raising Sand”, feito em parceria com a cantora country Alisson Krauss. John Paul Jones, por sua vez, colabora com gente como Dave Grohl, um dos poucos norte-americanos que ainda não encaretaram (ao lado dos rapazes do Metallica). Jimmy Page também tem pontos positivos na carreira, como álbuns lançados em parceria de Robert Plant, Roy Harper, David Coverdale e Black Crowes.
Se fosse citar outras bandas britânicas que ainda fazem rock sem concessões, talvez precisasse dividir esse post em dois. Mas vou me limitar a esses exemplos e recordar que o AC/DC (australiana com pé na ilha), Black Sabbath, Motörhead, Iron Maiden e Judas Priest continuam na ativa, tocando pesado e para agradar os tímpanos dos beberrões e desdentados ingleses –  e porque não dos pardos brasileiros?. Enquanto isso, Jon Bon Jovi come cereal matinal em sua casinha asséptica na cidade de New Jersey. No espelho, ele enxerga satisfeito um rostinho bonitinho, dentes brancos, cabelo cuidadosamente penteado, barba feita, camisas bem cortadas e comemora, ligando para seu amigo alcoólico e de vida dupla: “Ritchie, conseguimos fisgar o público cafona de meia idade e os jovens sem critério musical. Parabéns, amigo. Somos uma espécie de Igreja Universal do Reino de Deus da música”.
Por que o destino das grandes bandas norte-americanas é basicamente o mesmo: ficar mais e mais careta a cada disco que lança? Se a banda for de hard rock, então, piorou. É incrível como, por exemplo, o Bon Jovi tem lançado músicas chatas e fofinhas (não no sentido Weezer) desde o CD “Keep The Faith” (1992).
A impressão que tenho é a de que Jon e seu parceiro Ritchie Sambora pensaram o seguinte: “escuta, e se em vez de fazermos músicas para quem gosta de rock, passarmos a compor canções pop água com açúcar e com letras de autoajuda? Assim, o diretor da Chrysler poderá ouvir na casa dele com a família, sem ser ofendido pela distorção da guitarra ou por uma letra que fale de sexo. Garanto que conseguiremos manter os nossos fãs da década de 1980, que, afinal, estão envelhecendo e encaretando. Como bons norte-americanos brancos e cheio de complexos, acho que eles vão adorar esse novo rumo na nossa carreira”. “Sensacional, Jon. Vamos alisar nossos cabelos e comprar roupas de grifes”. “Você é demais, Ritchie. Avise o Tico, o Hugh e o David que eles passarão a ganhar um vale roupa de mauricinho a partir do próximo disco”. Claro que fiz uma previsão frívola do que deve ter acontecido com o Bon Jovi. Mas acho que é bem por aí. Continuar Lendo »

– Porra, ontem você tava foda, eim!

– Sério? O que eu fiz?

– Nada… só foi o suprassumo da noite!

– Como assim? Continuar Lendo »

      avatarHá tempos não frequento mais os botecos da vida. Não por nada, mas é que ultimamente tenho evitado pessoas. Prefiro beber em casa, de boas, quietinho e sem ver e ouvir demencias. Continuar Lendo »

"Esse malas merecem que eu apague o cigarro na cara deles", diria Peréio

"Esse malas merecem que eu apague o cigarro na cara deles", diria Peréio

Não fumo. Nunca fumei. Não gosto de cigarro, mas tenho amizade com fumantes. Sentar-se à mesa com eles é tarefa complicada, admito. A fumaça me incomoda e o cheiro não é agradável. Mas eu aturo, pela amizade.
No último mês, o assunto cigarro é a vedete dos noticiários. Muito por conta da proibição do fumo em locais fechados no estado de São Paulo. Se me perguntarem se concordo com a lei, digo que sim. E que não. Sim porque me alivia as vias respiratória e a minha roupa não fica mais com cheiro de cinzeiro. Não, porque não sou a favor de proibições, principalmente as que abrangem ambientes destinados ao lazer.
O que me incomoda de verdade é que, junto das autoridades e fiscais que defendem a lei por obrigação, os fumochatos (espécie de ecochatos do tabaco) aparecem aos montes. Eles são contra o cigarro e tentam convencer-nos com argumentos extremistas que essa droga lícita não faz bem.
Isso, todos sabemos. E se tem quem continue a fazer o uso do tabaco, boa sorte. Cada um cuida do próprio pulmão. O problema é que uns malas – a maioria, ex-fumantes – querem convencer os amigos sobre os efeitos nocivos do cigarro. “Cara, eu parei e me sinto melhor. Corro 20 km por dia, faço 520 polichinelos e consigo transar a cada 15 minutos agora. Porque você também não pára e aproveita esse estilo de vida?”. Sim, esse diálogo é real e comum. As pessoas têm a cara de pau de ser o que tanto criticavam: um humano que não respeita a individualidade.
Outro dia estava em uma reunião na editora onde trabalho, quando uma ex-fumante falou para um fumante. “Acredito em você. Logo, com força de vontade, você vai largar essa merda”. E o cara, mas bem-humorado que o fumochato, respondeu: “claro, porque logo vou morrer”.
Pronto, se saiu bem e ainda deixou subentendido que ele cuida da própria vida e que se gosta de fumar, não será a opinião de um amigo que vai fazê-lo mudar. Acredito que o ex-fumante é mais chato que o fumante, porque insiste em fazer outros seguirem seu “sucesso pessoal”. E isso é abrangente a ex-drogados, ex-alcoólicos, ex-putas, ex-viados, ex-políticos. Enquanto o ser humano não notar que o maior causador de suas mazelas está nele mesmo e não nos atos que acontecem exteriormente, os fumochatos continuarão por aí, fazendo vigília antitabagismo. E haja saco para aguentar.
Não fumo. Nunca fumei. Não gosto de cigarro, mas tenho amizade com fumantes. Sentar-se à mesa com eles é tarefa complicada, admito. A fumaça me incomoda e o cheiro não é agradável. Mas eu aturo, pela amizade.
No último mês, o assunto cigarro é a vedete dos noticiários. Muito por conta da proibição do fumo em locais fechados no estado de São Paulo. Se me perguntarem se concordo com a lei, digo que sim. E que não. Sim porque me alivia as vias respiratória e a minha roupa não fica mais com cheiro de cinzeiro. Não, porque não sou a favor de proibições, principalmente as que abrangem ambientes destinados ao lazer.
Pesquisa: ônibus fretado tira 19 carros da rua

Pesquisa: ônibus fretado tira 19 carros da rua

     Pois bem. Tanto já se falou desse absurdo que as informações se desencontraram. Uns dizem que já caiu a lei que proíbe a circulação dos ônibus fretados no mini-anél viário compreendido pelas avenidas:  Ricardo Jafet,  Professor Abraão de Moraes, Afonso d’Escragnolle Taunay,  dos Bandeirantes,  Vereador José Diniz, Roque Petroni Jr.,  das Nações Unidas (Marginal Pinheiros),  Professor Frederico Hermann Jr.,  Pedroso de Moraes, Avenida Sumaré, Auro Soares de Moura Andrade e Marquês de São Vicente. Outros afirmam que não, ou seja, a lei já está em vigor. Continuar Lendo »

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